Do Psíquico ao Orgânico IV - O Pulmão e o Intestino Grosso - Do Otimismo à Tristeza

     Olá! Vamos continuar a falar da relação que os nossos órgãos têm com as nossas emoções e/ou sentimentos? Então hoje falaremos dos nossos pulmões, do intestino grosso e da tristeza.
 
O Pulmão e o Intestino Grosso / do otimismo à tristeza.
     
Imagem de um pulmão dentro do corpo humano
Único órgão em MTC: O Pulmão
     Energeticamente, os pulmões, são considerados como um único órgão, tal como o Rim.
     Estão associados ao Intestino Grosso, à tristeza e melancolia.
     Tanto o Pulmão como o Intestino Grosso ligam diretamente o interior do individuo com o mundo exterior. Representam os limites, também porque estão ligados à pele. Através deste órgão e víscera realiza-se a purificação; por eliminarem aquilo que já não presta e deixam o organismo pronto para absorver novas experiências. Prisão de ventre significa que estamos guardando coisas velhas, objetos e valores que já não nos servem e devem ser eliminados. Quando há diarreia, também é mau sintoma; significa que soltamos tudo, que perdemos o controlo, ficamos enfraquecidos e perdemos os nossos recursos que devem ser sabiamente guardados na medida certa.
   
 O Pulmão absorve a vida e por isso é considerado a porta da energia vital. É por onde inspiramos a vida e é com o derradeiro suspiro que a vida acaba. Com a inspiração recolhemos energias saudáveis. Com a expiração debitamos tudo o que é toxico. Com o processo respiratório podemos treinar a libertarmo-nos dos pensamentos tóxicos e colhermos pensamentos e posturas energicamente positivas.
Imagem do Intestino Grosso dentro do corpo humano
O Intestino Grosso
     Se estamos otimistas, consideramos que a vida vale a pena, se lutamos por viver, os nossos pulmões serão fortes e estaremos plenos de vitalidade e disposição. Se estamos mal com a vida, carregando dor, tristeza, nostalgia, melancolia, se não esquecemos experiências emocionais negativas de forma a purificarmo-nos; começamos a negar a vida. Os nossos Pulmões adoecerão porque aos poucos vamos parando de querer viver.

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